terça-feira, 24 de abril de 2012

Acrósticos

Acróstico é um gênero de composição geralmente poética, que consiste em formar uma palavra vertical com as letras iniciais ou finais de cada verso gerando um nome próprio ou uma sequência significativa.
Os acrósticos já existiam na antiguidade com escritores gregos e latinos e na Idade Média com os monges. Foi um gênero muito utilizado no período barroco, durante os séculos XVI e XVII, e ainda hoje é muito utilizado por pessoas de várias faixas etárias, classes sociais e culturas diferentes.

Palíndromo

Palíndromos são palavras ou frases que podem ser lidas da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda. Podemos dizer que o palíndromo, comparado à frase comum, é como um bilhete de ida-e-volta. "Ana", por exemplo, é um nome palindrômico.



OMO 
ASA
ANA 
RALAR

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Minha colega de classe

    O nome da minha colega entrevistada é Morgana.Tem 13 anos e mora em joinville,cidade onde nasceu.
    Na sua infância estudou no jardim Branca de Neve e atualmente na escola Zulma do Rosário Miranda.O significado do seu nome Morgana é mar belo,e foi escolhido por seus pais.Ela é sincera demais e tímida também.Oque mais aprecia num amigo é a sinceridade.Gosta de praticar vôlei,e o que ela gosta  de comer épizza.Roxa é sua cor preferida,e seu animal é um cachorro.Pra onde mais gosta de viajar é para São Joaquim e se sente feliz conversando com seus amigos.A maior tragédia da sua vida foi ficar internada por duas semanas.Não suporta falsidade e não perdoa as pessoas muito fácil.Adora roer as unhas;
''já virou mania ''-diz ela.
    Gosta muito da autora Nuncy Rue,dos cantores Eyshila,Fernandinho e Fernanda Brum.A maior lembrança da sua infancia é brincar;era o que mais fazia.Quer ter um bom emprego e vai estudar muito para isso.Quer muito passar de ano e queria ler pensamentos.Sua família e amigos valem ouro para ela.
    Seu lema é ''Seja honesto,verdadeiro e seja sempre voce''.Quer muito viajar com seus amigos e família e sua frase marcante é ''Deus é Deus sem voce e voce sem Deus?''.

Crase

Crase é a junção da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”, ou ainda da preposição “a” com as iniciais dos pronomes demonstrativos aquela(s), aquele(s), aquilo ou com o pronome relativo a qual (as quais). Graficamente, a fusão das vogais “a” é representada por um acento grave, assinalado no sentido contrário ao acento agudo: à.
Como saber se devo empregar a crase? Uma dica é substituir a crase por “ao”, caso essa preposição seja aceita sem prejuízo de sentido, então com certeza há crase.
Veja alguns exemplos: Fui à farmácia, substituindo o “à” por “ao” ficaria Fui ao supermercado. Logo, o uso da crase está correto.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Poema

                                                                  ASSONÂNCIA

Havia um pernilongo
chamado Lino
que tocava violino.
Mas era tão pequenino
o Lino
e tocava tão fino
o seu violino,
que nunca ouvi o Lino
nem vi o Lino.
 
A repetição da mesma vogal nos versos de um poema é chamada de Assonância.
 
 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Poemas

Cultura
O girino é o peixinho do sapo.
O silêncio é o começo do papo.

O bigode é a antena do gato.
O cavalo é o pasto do carrapato.

O cabrito é o cordeiro da cabra.
O pescoço é a barriga da cobra.

O leitão é um porquinho mais novo.
A galinha é um pouquinho do ovo.

O desejo é o começo do corpo.
Engordar é tarefa do porco.

A cegonha é a girafa do ganso.
O cachorro é um lobo mais manso.

O escuro é a metade da zebra.
As raízes são as veias da seiva.

O camelo é um cavalo sem sede.
Tartaruga por dentro é parede.

O potrinho é o bezerro da égua.
A batalha é o começo da trégua.

Papagaio é um dragão miniatura.
Bactéria num meio é cultura.
Arnaldo Antunes

A poesia está guardada nas palavras

A poesia está guardada nas palavras - é tudo que eu sei.
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Não tenho conexões com a realidade.
Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.
Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias
(do mundo e as nossas).
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado e chorei.
Sou fraco para elogios.


Manoel de Barros

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Trabalho envolvendo Música

Sabe, já faz tempo,Que eu queria te falar,Das coisas que trago no peito.
Saudade,Já não sei se é a palavra certa para usarAinda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro,Porque ele não entra no céu,E nenhuma riqueza deste mundo.Não te trago flores,Porque elas secam e caem ao chão."Te trago" os meus versos simples,Mas que fiz de coração.
Sabe, já faz tempo,Que eu queria te falarDas coisas que trago no peito.
Saudade,Já não sei se é a palavra certa para usarAinda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro,Porque ele não entra no céu,E nenhuma riqueza deste mundo.Não te trago flores,Porque elas secam e caem ao chão.Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.